Eu não acredito no amor, não mais. Eu não acredito no amor, e muito menos acredito que o amor é real, o amor não existe. Amor é psicose paranóica.
Eu não sei se o amor é psicopatia social, mas certamente o amor causa psicopatia social. É coisa que uma mente inventa para não se ocupar do que existe de verdade (e isto sim é complicado) como os problemas existenciais humanos e sociais humanos.Produto da sociedade capitalista pós industrial, o amor, como é vivido nestes tempos, é um substituto dos sonhos.Um substituto (muito do ruim, aliás) da esperança, da alegria e da tensão, até sexual, pela possibilidade (antigamente quase material) de mudar o homem para um homem bonito, de mudar a natureza, para uma relação bonita com o homem e de mudar a sociedade, para uma sociedade humanamente sofisticada.
Amar é carecer de milhões de coisas que são importantes, reais e bonitas, de verdade. É ocupar-se de tolice inventada.
É infernizar uma outra pessoa com os teus problemas, que nem tu quer resolver, porque tu sente preguiça e acomodação tão bem, como tu não sente outra coisa. E porque tu aprendeu sentir culpa direitinho (aliás, é o que aprendemos mais direitinho), e tu te condenou à impossibilidade de ser feliz. Então, tu cura as tuas faltas com um outro ser humano, outro corpo, sem a menor compaixão, sem o menor sentimento por aquela vida, agora maculada pelo amor que tu sentes. Que cretinice ! Que egocentrismo !Alguns usam da violência e tornam-se assassinos. Outros, usando da mesma violência, amam.
É egocêntrico, auto piedoso, mesquinho, feio e trabalha as piores qualidades dos seres humanos, todas relacionadas com a posse material e com a veneração de si mesmo (claro, falsa, porque o ser humano que ama se sabe um fraco e sem razão).
Se os seres humanos gostassem, minimamente, de si mesmos e dos outros seres humanos, nunca amariam. Muito menos deste jeito que se ama hoje.
Amor é falta de sexo.
Amar é falta de solidez na natureza humana e quem ama deveria esconder, envergonhado, este fato dos outros e de si mesmo, de forma que ninguém, nem ele mesmo, nunca descubra esta sujeira.
Eu não sei se o amor é psicopatia social, mas certamente o amor causa psicopatia social. É coisa que uma mente inventa para não se ocupar do que existe de verdade (e isto sim é complicado) como os problemas existenciais humanos e sociais humanos.Produto da sociedade capitalista pós industrial, o amor, como é vivido nestes tempos, é um substituto dos sonhos.Um substituto (muito do ruim, aliás) da esperança, da alegria e da tensão, até sexual, pela possibilidade (antigamente quase material) de mudar o homem para um homem bonito, de mudar a natureza, para uma relação bonita com o homem e de mudar a sociedade, para uma sociedade humanamente sofisticada.
Amar é carecer de milhões de coisas que são importantes, reais e bonitas, de verdade. É ocupar-se de tolice inventada.
É infernizar uma outra pessoa com os teus problemas, que nem tu quer resolver, porque tu sente preguiça e acomodação tão bem, como tu não sente outra coisa. E porque tu aprendeu sentir culpa direitinho (aliás, é o que aprendemos mais direitinho), e tu te condenou à impossibilidade de ser feliz. Então, tu cura as tuas faltas com um outro ser humano, outro corpo, sem a menor compaixão, sem o menor sentimento por aquela vida, agora maculada pelo amor que tu sentes. Que cretinice ! Que egocentrismo !Alguns usam da violência e tornam-se assassinos. Outros, usando da mesma violência, amam.
É egocêntrico, auto piedoso, mesquinho, feio e trabalha as piores qualidades dos seres humanos, todas relacionadas com a posse material e com a veneração de si mesmo (claro, falsa, porque o ser humano que ama se sabe um fraco e sem razão).
Se os seres humanos gostassem, minimamente, de si mesmos e dos outros seres humanos, nunca amariam. Muito menos deste jeito que se ama hoje.
Amor é falta de sexo.
Amar é falta de solidez na natureza humana e quem ama deveria esconder, envergonhado, este fato dos outros e de si mesmo, de forma que ninguém, nem ele mesmo, nunca descubra esta sujeira.
xoxo
L.
* não é experiência e nem sentimento de vida.
L.
* não é experiência e nem sentimento de vida.