quinta-feira, 17 de junho de 2010

21:50

Ontem:

Estou naqueles momentos silenciosos em que pouca coisa parece fazer sentido. Sigo a vida conforme o roteiro, sou quase normal por fora, pra ninguém desconfiar. Mas por dentro eu deliro e questiono. Não quero uma vida pequena, um amor pequeno, um alegria que caiba dentro da bolsa. Eu quero mais que isso. Quero o que não vejo. Quero o que não entendo. Quero muito e quero sem fim. Não cresci pra viver mais ou menos, nasci com dois pares de asas, vou aonde eu me levar. Por isso, não me venha com superfícies, nada raso me satisfaz. Eu quero é o mergulho. Entrar de roupa e tudo no infinito que é a vida. E rezar – se ainda acreditar – pra sair ainda bem melhor do outro lado de lá.

Hoje:
Estou naqueles momentos silenciosos em que nada parece não ter sentido. Sigo a vida conforme o roteiro que eu sempre quis, sou quase anormal por fora, pra ninguém desconfiar. Mas por dentro eu deliro e questiono a felicidade em mim. Eu quero uma vida pequena, um amor pequeno que caiba no meu coração, uma alegria que caiba dentro da bolsa, do quarto, do sorriso meu e teu, sorriso de dois, de quatro. Eu quero mais que isso. Quero o que vejo. Quero o que entendo. Não quero muito e quero sem fim. Não cresci pra viver mais ou menos, nasci com dois pares de asas e hoje não os uso mais pois achei o meu Norte. Por isso, não me venha com superfícies, nada fundo me satisfaz. Eu quero é o mergulho. Entrar de roupa e tudo no finito que é a vida. E rezar – se ainda acreditar – pra sair ainda bem melhor do outro lado e continuar... aqui.





" Eu me lembro de janeiro
 Quando o sol me deu você
 Meu presente de ano novo"



E hoje com serenata e tudo....
*R. tu é pra sempre,



L.